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    Mandriola de Lisboa _ Tipos de Vinho

    Mandriola desmistifica: os principais tipos de vinho

    Há mais tipologias de vinho para além do branco e tinto. Descobre os principais tipos de vinho, que tornam qualquer refeição ou momento de lazer ainda mais especial.
    
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    Uvas e tempo: estes são os dois grandes ingredientes a partir dos quais se obtém vinho. Mas dependendo do tipo de uvas utilizadas (há cerca de 10,000 diferentes tipos de castas) e das diferentes técnicas de fermentação, o vinho obtido é muito diferente. Resultado? Perfis, sabores, aromas e corpos muito distintos. Fica a conhecer os principais tipos de vinho, o que os distingue, e em que situações devem ser apreciados.

     

    1.    Vinho Tranquilo

     

    O vinho tranquilo é todo aquele que não contém gás, ao contrário dos vinhos espumantes e frisantes (como alguns Vinho Verdes) que possuem desprendimento de gás. São normalmente tintos ou brancos, mas existe também a versão rosé.

     

    2.    Vinhos Espumantes

     

    Os vinhos espumantes distinguem-se pela presença de dióxido de carbono proveniente da fermentação secundária, que lhes atribui a típica “bolha” e espuma. Normalmente os vinhos espumantes têm a sua fase final de fermentação em garrafa (método clássico ou champanhês). Existe ainda o método contínuo onde a fermentação se efetua através da passagem do vinho por diferentes tanques (onde o vinho fermenta e envelhece) e o método charmat onde a fermentação se realiza numa cuba fechada. Portugal produz espumante nas variantes branco, tinto e rosé.

     

    3.    Vinho Branco Tranquilo

     

    Os vinhos brancos tranquilos são feitos a partir da fermentação de uvas sem pele. Todavia, há alguns brancos que são elaborados a partir do processo de maceração pelicular, ou seja, as peles das uvas mantêm-se em contacto com o mosto antes da fermentação para uma maior concentração aromática. Curiosamente, as castas utilizadas não precisam de ser apenas brancas: há vinhos brancos que utilizam castas tintas. Estes vinhos têm aspeto límpido e cor amarela bastante clara ou um pouco mais escura, a lembrar o amarelo da palha. São bastante suaves e aromáticos (predominam os odores a flores e frutos).

     

    4.    Vinho Rosé

     

    Os vinhos rosés são elaborados a partir de castas tintas e através de um processo especial de fermentação. Após um curto período retiram-se as peles das uvas, pois já foi transferida alguma coloração rosada ao vinho. Depois segue-se um processo de fermentação semelhante ao do vinho branco (fermentação sem peles). Em Portugal é permitido fazer rosé a partir da mistura de vinhos brancos e tintos. Os rosés podem adquirir diferentes tonalidades: desde o rosa-pálido ao vermelho-claro. O seu sabor resulta do equilíbrio entre as características do vinho branco (a leveza e suavidade) e do vinho tinto (sobressaem aromas a frutos, especialmente os vermelhos).

     

    5.    Vinho Tinto Tranquilo

     

    Os vinhos tintos tranquilos são produzidos a partir da fermentação de uvas tintas. A gama de cores no vinho tinto vai desde o vermelho rubi até ao vermelho mais escuro. Os tintos jovens são suaves, bastante aromáticos e geralmente têm um sabor delicado. Os tintos mais envelhecidos têm um aroma muito intenso e na boca apresentam uma textura macia (diz-se que são aveludados) e um elevado teor alcoólico (são encorpados).

     

    6.    Vinho Verde e Vinho maduro

     

    Em Portugal ainda é comum a distinção popular entre vinho verde e maduro, que pretende contrastar os “Vinhos Verdes” com o vinho produzido nas outras regiões portuguesas. Tecnicamente “vinho verde” é uma região e não um tipo de vinho.

     

    Mandriola, o teu tipo de vinho para todas as ocasiões

     

    Agora que já conheces os principais tipos de vinho, agarra num saca-rolhas e experimenta uma garrafa de Mandriola branco ou tinto. Cria a tua própria Happy Hour, serve-te um copo e saboreia o momento lentamente. Um brinde!

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    Uvas e tempo: estes são os dois grandes ingredientes a partir dos quais se obtém vinho. Mas dependendo do tipo de uvas utilizadas (há cerca de 10,000 diferentes tipos de castas) e das diferentes técnicas de fermentação, o vinho obtido é muito diferente. Resultado? Perfis, sabores, aromas e corpos muito distintos. Fica a conhecer os principais tipos de vinho, o que os distingue, e em que situações devem ser apreciados.

     

    1.    Vinho Tranquilo

     

    O vinho tranquilo é todo aquele que não contém gás, ao contrário dos vinhos espumantes e frisantes (como alguns Vinho Verdes) que possuem desprendimento de gás. São normalmente tintos ou brancos, mas existe também a versão rosé.

     

    2.    Vinhos Espumantes

     

    Os vinhos espumantes distinguem-se pela presença de dióxido de carbono proveniente da fermentação secundária, que lhes atribui a típica “bolha” e espuma. Normalmente os vinhos espumantes têm a sua fase final de fermentação em garrafa (método clássico ou champanhês). Existe ainda o método contínuo onde a fermentação se efetua através da passagem do vinho por diferentes tanques (onde o vinho fermenta e envelhece) e o método charmat onde a fermentação se realiza numa cuba fechada. Portugal produz espumante nas variantes branco, tinto e rosé.

     

    3.    Vinho Branco Tranquilo

     

    Os vinhos brancos tranquilos são feitos a partir da fermentação de uvas sem pele. Todavia, há alguns brancos que são elaborados a partir do processo de maceração pelicular, ou seja, as peles das uvas mantêm-se em contacto com o mosto antes da fermentação para uma maior concentração aromática. Curiosamente, as castas utilizadas não precisam de ser apenas brancas: há vinhos brancos que utilizam castas tintas. Estes vinhos têm aspeto límpido e cor amarela bastante clara ou um pouco mais escura, a lembrar o amarelo da palha. São bastante suaves e aromáticos (predominam os odores a flores e frutos).

     

    4.    Vinho Rosé

     

    Os vinhos rosés são elaborados a partir de castas tintas e através de um processo especial de fermentação. Após um curto período retiram-se as peles das uvas, pois já foi transferida alguma coloração rosada ao vinho. Depois segue-se um processo de fermentação semelhante ao do vinho branco (fermentação sem peles). Em Portugal é permitido fazer rosé a partir da mistura de vinhos brancos e tintos. Os rosés podem adquirir diferentes tonalidades: desde o rosa-pálido ao vermelho-claro. O seu sabor resulta do equilíbrio entre as características do vinho branco (a leveza e suavidade) e do vinho tinto (sobressaem aromas a frutos, especialmente os vermelhos).

     

    5.    Vinho Tinto Tranquilo

     

    Os vinhos tintos tranquilos são produzidos a partir da fermentação de uvas tintas. A gama de cores no vinho tinto vai desde o vermelho rubi até ao vermelho mais escuro. Os tintos jovens são suaves, bastante aromáticos e geralmente têm um sabor delicado. Os tintos mais envelhecidos têm um aroma muito intenso e na boca apresentam uma textura macia (diz-se que são aveludados) e um elevado teor alcoólico (são encorpados).

     

    6.    Vinho Verde e Vinho maduro

     

    Em Portugal ainda é comum a distinção popular entre vinho verde e maduro, que pretende contrastar os “Vinhos Verdes” com o vinho produzido nas outras regiões portuguesas. Tecnicamente “vinho verde” é uma região e não um tipo de vinho.

     

    Mandriola, o teu tipo de vinho para todas as ocasiões

     

    Agora que já conheces os principais tipos de vinho, agarra num saca-rolhas e experimenta uma garrafa de Mandriola branco ou tinto. Cria a tua própria Happy Hour, serve-te um copo e saboreia o momento lentamente. Um brinde!

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    Agora já há uma desculpa para ficar de barriga para o ar.

    Mandriola de Lisboa copos branco e tinto Mandriola de Lisboa Branco
    Madriola de Lisboa Gato

    É de beber e miar por mais.

    Mandriola de Lisboa degustação

    Está
    na cara
    que é
    mandriola

    Madriola de Lisboa Gato

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